Quando a zircônia é a melhor opção para o seu tratamento?​

Sempre que se fala em algum material usado na Odontologia, abre-se uma infinidade de discussões, pois, além de haver uma variedade deles para confecção de próteses, implantes e outros trabalhos, existem muitos estudos que sempre trazem uma nova clareza sobre esses materiais.

Por isso, vamos falar aqui especificamente de um deles, tido por alguns como “o melhor” atualmente. Porém, em qualquer área, é preciso ter muita cautela para fazer uma afirmação dessas.

O que é considerado como o melhor é sempre subjetivo. Além disso, o que é bom hoje pode se tornar obsoleto daqui a um tempo, com estudos e a descoberta de novos métodos e materiais. Assim como ocorre com as próteses metalocerâmicas, por exemplo, atualmente em certo desuso.

Historicamente, na Odontologia, um material costuma ganhar popularidade por trazer algum benefício marcante percebido pelos cirurgiões-dentistas, mas, principalmente, pelos pacientes. Especificamente falando de próteses, esses benefícios normalmente são: grande durabilidade, melhor estética e preço acessível.

Ou seja, cada um basicamente tem um balanceamento entre esses aspectos, mas se destacam por uma ou outra característica: ou ele é muito barato, ou muito resistente, ou proporciona uma estética impecável. Mas, infelizmente, não costumam ser “bons em tudo”.

 

E a Zircônia?

Diferente de outros materiais, o que traz destaque para a zircônia é o equilíbrio entre estética, resistência e biocompatibilidade, ou seja, diferente das próteses baseadas em metal, as de zircônia podem ser trabalhadas com cores muito mais próximas aos dentes naturais, o que garante a estética, além de não pigmentar a gengiva ou fraturar com facilidade.

Outra característica que conta para a estética é a sua superfície lisa, com baixa porosidade, sendo pouco propícia ao acúmulo de bactérias.

Além disso, a maior resistência mecânica, durabilidade e alta resistência flexural também fazem dela uma ótima opção, tanto para próteses convencionais quanto para próteses sobre implantes. 

 

Seu ponto fraco

Apesar de oferecer um nível de aparência e similaridade com os dentes naturais, a zircônia não é a solução mais estética de todas por conta da sua maior opacidade em relação a outros materiais como dissilicato de lítio e cerâmica feldspática. É possível balanceá-la com outros materiais, sacrificando um pouco da resistência, para se obter mais translucidez, trabalhando em camadas, por exemplo, mas esse não é um ponto forte da zircônia.

 

Conclusão

Alguns pacientes procuram fazer as reabilitações com a máxima estética, nesses casos, a zircônia pode não ser o material mais indicado. No entanto, ao levar em consideração a sua versatilidade, ela acaba mesmo sendo um dos melhores materiais para se trabalhar com implantes e próteses quando falamos de equilíbrio entre resistência e estética.

Sempre que se fala em algum material usado na Odontologia, abre-se uma infinidade de discussões, pois, além de haver uma variedade deles para confecção de próteses, implantes e outros trabalhos, existem muitos estudos que sempre trazem...

Sempre que se fala em algum material usado na Odontologia, abre-se uma infinidade de discussões, pois, além de haver uma variedade deles para confecção de próteses, implantes e outros trabalhos, existem muitos estudos que sempre trazem uma nova clareza sobre esses materiais.

Por isso, vamos falar aqui especificamente de um deles, tido por alguns como “o melhor” atualmente. Porém, em qualquer área, é preciso ter muita cautela para fazer uma afirmação dessas.

O que é considerado como o melhor é sempre subjetivo. Além disso, o que é bom hoje pode se tornar obsoleto daqui a um tempo, com estudos e a descoberta de novos métodos e materiais. Assim como ocorre com as próteses metalocerâmicas, por exemplo, atualmente em certo desuso.

Historicamente, na Odontologia, um material costuma ganhar popularidade por trazer algum benefício marcante percebido pelos cirurgiões-dentistas, mas, principalmente, pelos pacientes. Especificamente falando de próteses, esses benefícios normalmente são: grande durabilidade, melhor estética e preço acessível.

Ou seja, cada um basicamente tem um balanceamento entre esses aspectos, mas se destacam por uma ou outra característica: ou ele é muito barato, ou muito resistente, ou proporciona uma estética impecável. Mas, infelizmente, não costumam ser “bons em tudo”.

 

E a Zircônia?

Diferente de outros materiais, o que traz destaque para a zircônia é o equilíbrio entre estética, resistência e biocompatibilidade, ou seja, diferente das próteses baseadas em metal, as de zircônia podem ser trabalhadas com cores muito mais próximas aos dentes naturais, o que garante a estética, além de não pigmentar a gengiva ou fraturar com facilidade.

Outra característica que conta para a estética é a sua superfície lisa, com baixa porosidade, sendo pouco propícia ao acúmulo de bactérias.

Além disso, a maior resistência mecânica, durabilidade e alta resistência flexural também fazem dela uma ótima opção, tanto para próteses convencionais quanto para próteses sobre implantes. 

 

Seu ponto fraco

Apesar de oferecer um nível de aparência e similaridade com os dentes naturais, a zircônia não é a solução mais estética de todas por conta da sua maior opacidade em relação a outros materiais como dissilicato de lítio e cerâmica feldspática. É possível balanceá-la com outros materiais, sacrificando um pouco da resistência, para se obter mais translucidez, trabalhando em camadas, por exemplo, mas esse não é um ponto forte da zircônia.

 

Conclusão

Alguns pacientes procuram fazer as reabilitações com a máxima estética, nesses casos, a zircônia pode não ser o material mais indicado. No entanto, ao levar em consideração a sua versatilidade, ela acaba mesmo sendo um dos melhores materiais para se trabalhar com implantes e próteses quando falamos de equilíbrio entre resistência e estética.

Sempre que se fala em algum material usado na Odontologia, abre-se uma infinidade de discussões, pois, além de haver uma variedade deles para confecção de próteses, implantes e outros trabalhos, existem muitos estudos que sempre trazem uma nova clareza sobre esses materiais.

Por isso, vamos falar aqui especificamente de um deles, tido por alguns como “o melhor” atualmente. Porém, em qualquer área, é preciso ter muita cautela para fazer uma afirmação dessas.

O que é considerado como o melhor é sempre subjetivo. Além disso, o que é bom hoje pode se tornar obsoleto daqui a um tempo, com estudos e a descoberta de novos métodos e materiais. Assim como ocorre com as próteses metalocerâmicas, por exemplo, atualmente em certo desuso.

Historicamente, na Odontologia, um material costuma ganhar popularidade por trazer algum benefício marcante percebido pelos cirurgiões-dentistas, mas, principalmente, pelos pacientes. Especificamente falando de próteses, esses benefícios normalmente são: grande durabilidade, melhor estética e preço acessível.

Ou seja, cada um basicamente tem um balanceamento entre esses aspectos, mas se destacam por uma ou outra característica: ou ele é muito barato, ou muito resistente, ou proporciona uma estética impecável. Mas, infelizmente, não costumam ser “bons em tudo”.

 

E a Zircônia?

Diferente de outros materiais, o que traz destaque para a zircônia é o equilíbrio entre estética, resistência e biocompatibilidade, ou seja, diferente das próteses baseadas em metal, as de zircônia podem ser trabalhadas com cores muito mais próximas aos dentes naturais, o que garante a estética, além de não pigmentar a gengiva ou fraturar com facilidade.

Outra característica que conta para a estética é a sua superfície lisa, com baixa porosidade, sendo pouco propícia ao acúmulo de bactérias.

Além disso, a maior resistência mecânica, durabilidade e alta resistência flexural também fazem dela uma ótima opção, tanto para próteses convencionais quanto para próteses sobre implantes. 

 

Seu ponto fraco

Apesar de oferecer um nível de aparência e similaridade com os dentes naturais, a zircônia não é a solução mais estética de todas por conta da sua maior opacidade em relação a outros materiais como dissilicato de lítio e cerâmica feldspática. É possível balanceá-la com outros materiais, sacrificando um pouco da resistência, para se obter mais translucidez, trabalhando em camadas, por exemplo, mas esse não é um ponto forte da zircônia.

 

Conclusão

Alguns pacientes procuram fazer as reabilitações com a máxima estética, nesses casos, a zircônia pode não ser o material mais indicado. No entanto, ao levar em consideração a sua versatilidade, ela acaba mesmo sendo um dos melhores materiais para se trabalhar com implantes e próteses quando falamos de equilíbrio entre resistência e estética.

Sempre que se fala em algum material usado na Odontologia, abre-se uma infinidade de discussões, pois, além de haver uma variedade deles para confecção de próteses, implantes e outros trabalhos, existem muitos estudos que sempre trazem uma nova clareza sobre esses materiais.

Por isso, vamos falar aqui especificamente de um deles, tido por alguns como “o melhor” atualmente. Porém, em qualquer área, é preciso ter muita cautela para fazer uma afirmação dessas.

O que é considerado como o melhor é sempre subjetivo. Além disso, o que é bom hoje pode se tornar obsoleto daqui a um tempo, com estudos e a descoberta de novos métodos e materiais. Assim como ocorre com as próteses metalocerâmicas, por exemplo, atualmente em certo desuso.

Historicamente, na Odontologia, um material costuma ganhar popularidade por trazer algum benefício marcante percebido pelos cirurgiões-dentistas, mas, principalmente, pelos pacientes. Especificamente falando de próteses, esses benefícios normalmente são: grande durabilidade, melhor estética e preço acessível.

Ou seja, cada um basicamente tem um balanceamento entre esses aspectos, mas se destacam por uma ou outra característica: ou ele é muito barato, ou muito resistente, ou proporciona uma estética impecável. Mas, infelizmente, não costumam ser “bons em tudo”.

 

E a Zircônia?

Diferente de outros materiais, o que traz destaque para a zircônia é o equilíbrio entre estética, resistência e biocompatibilidade, ou seja, diferente das próteses baseadas em metal, as de zircônia podem ser trabalhadas com cores muito mais próximas aos dentes naturais, o que garante a estética, além de não pigmentar a gengiva ou fraturar com facilidade.

Outra característica que conta para a estética é a sua superfície lisa, com baixa porosidade, sendo pouco propícia ao acúmulo de bactérias.

Além disso, a maior resistência mecânica, durabilidade e alta resistência flexural também fazem dela uma ótima opção, tanto para próteses convencionais quanto para próteses sobre implantes. 

 

Seu ponto fraco

Apesar de oferecer um nível de aparência e similaridade com os dentes naturais, a zircônia não é a solução mais estética de todas por conta da sua maior opacidade em relação a outros materiais como dissilicato de lítio e cerâmica feldspática. É possível balanceá-la com outros materiais, sacrificando um pouco da resistência, para se obter mais translucidez, trabalhando em camadas, por exemplo, mas esse não é um ponto forte da zircônia.

 

Conclusão

Alguns pacientes procuram fazer as reabilitações com a máxima estética, nesses casos, a zircônia pode não ser o material mais indicado. No entanto, ao levar em consideração a sua versatilidade, ela acaba mesmo sendo um dos melhores materiais para se trabalhar com implantes e próteses quando falamos de equilíbrio entre resistência e estética.

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